Quem somos?

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Somos um Ministério de Evangelização de Crianças da Diocese de São José dos Campos desde 1999. Utilizamos como recurso de evangelização o teatro. Também organizamos formações para evangelizadores e catequistas. Estamos sempre a disposição! Precisando é só mandar um mail para cantinhodanjos@gmail.com Vamos levar nossas crianças para Jesus!!

domingo, 10 de setembro de 2017

Evangelho de Mateus 20, 1-16a

Missa de 24 de Setembro de 2017

Resultado de imagem para desenho Evangelho de Mateus 20, 1-16a25º DOMINGO DO TEMPO COMUM 
“VIVEI À ALTURA DO EVANGELHO DE CRISTO” 
MÊS DA BÍBLIA

Leituras
Primeira Leitura Is 55,6-9
Salmo 144 / 145
Segunda Leitura Fl 1,20c-24.27a
Evangelho Mt 20,1-16a
Liturgia Diária

Mensagem Principal

Neste dia em que comemoramos as Sagradas Escrituras, a liturgia nos convida a sermos leais servidores de Deus, missionários que não medem esforços para levar a todos o Evangelho de Cristo.
Folheto Nova Aliança

Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:


Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!

MENSAGEM


A parábola refere-se, portanto, a um dono de uma vinha que, ao romper da manhã, se dirigiu à praça e chamou os seus “clientes” para trabalhar na sua vinha, ajustando com eles o preço habitual: um denário. O volume de tarefas a realizar na vinha fez com que este patrão voltasse a sair a meio da manhã, ao meio-dia, às três da tarde e ao cair da tarde e que trouxesse, de cada vez, novas levas de trabalhadores. O trabalho decorreu sem incidentes, até ao final do dia.
Ao anoitecer, os trabalhadores foram chamados diante do senhor, a fim de receberem a paga do trabalho. Todos – quer os que só tinham trabalhado uma hora, quer os que tinham trabalhado todo o dia – receberam a mesma paga: um denário. Contudo, os trabalhadores da primeira hora (os “clientes” habituais do dono da vinha) manifestaram a sua surpresa e o seu desconcerto por, desta vez, não terem recebido um tratamento “de favor”.
A resposta final do dono da vinha afirma que ninguém tem nada a reclamar se ele decide derramar a sua justiça e a sua misericórdia sobre todos, sem excepção. Ele cumpre as suas obrigações para com aqueles que trabalham com ele desde o início; não poderá ser bondoso e misericordioso para com aqueles que só chegam no fim? Isso em nada deveria afectar os outros…
Muito provavelmente, a parábola serviu primariamente a Jesus para responder às críticas dos adversários, que O acusavam de estar demasiado próximo dos pecadores (os trabalhadores da última hora). Através dela, Jesus mostra que o amor do Pai se derrama sobre todos os seus filhos, sem excepção e por igual. Para Deus, não é decisiva a hora a que se respondeu ao seu apelo; o que é decisivo é que se tenha respondido ao seu convite para trabalhar na vinha do Reino. Para Deus, não há tratamento “especial” por antiguidade; para Deus, todos os seus
filhos são iguais e merecem o seu amor.
A parábola serviu a Jesus, também, para denunciar a concepção que os teólogos de Israel tinham de Deus e da salvação. Para os fariseus, sobretudo, Deus era um “patrão” que pagava conforme as acções do homem. Se o homem cumprisse escrupulosamente a Lei, conquistaria determinados méritos e Deus pagar-lhe-ia convenientemente. Segundo esta perspectiva, Deus não dá nada; é o homem que conquista tudo. O “deus” dos fariseus é uma espécie de comerciante, que todos os dias aponta no seu livro de registos as dívidas e os créditos do homem, que um dia faz as contas finais, vê o saldo e dá a recompensa ou aplica o castigo.
Para Jesus, no entanto, Deus não é um contabilista, sempre de lápis na mão a fazer as contas dos homens para lhes pagar conforme os seus merecimentos; mas é um pai, cheio de bondade, que ama todos os seus filhos por igual e que derrama sobre todos, sem excepção, o seu amor.
A parábola foi, depois, proposta por Mateus à sua comunidade (provavelmente a comunidade cristã de Antioquia da Síria) para iluminar a situação concreta que a comunidade estava a viver com a entrada maciça de pagãos na Igreja. Alguns cristãos de origem judaica não conseguiam entender que os pagãos, vindos mais tarde, estivessem em pé de igualdade com aqueles que tinham acolhido a proposta do Reino desde a primeira hora. Mateus deixa, no entanto, claro que o Reino é um dom oferecido por Deus a todos os seus filhos, sem qualquer excepção. Judeus ou gregos, escravos ou livres, cristãos da primeira hora ou da última hora, todos são filhos amados do mesmo Pai. Na comunidade de Jesus não há graus de antiguidade, de raça, de classe social, de merecimento… O dom de Deus destina-se a todos, por igual.
Conclusão: A parábola convida-nos a perceber que o nosso Deus é o Deus que oferece gratuitamente a salvação a todos os seus filhos, independentemente da sua antiguidade, créditos, qualidades, ou comportamentos. Os membros da comunidade do Reino não devem, por isso, fazer o bem em vista de uma determinada recompensa, mas para encontrarem a felicidade, a vida verdadeira e eterna.
Comentário à Liturgia



Ideia de roteiro para teatro

(PA entra muito bravo).


PB: Oi PA que cara brava é essa?


PA: Não estou bravo! Estou muito bravo! 


PB: Nossa, mas o que aconteceu?


PA: Minha mãe está sendo muito injusta comigo! Você acredita que ela fez um doce maravilhoso e dividiu entre eu e meu irmão em pedacinhos iguais?


PB: Ué! Então ela está sendo justa!


A: Claro que não! Eu sou mais velho tenho direito ao pedaço maior. Além disso, eu ajudei a preparar! Tenho muito mais direito! Merecia o maior pedaço!


PB: Você já foi à missa hoje?


PA: Já! Mas não prestei muita atenção não! Só conseguia pensar na injustiça!


PB: Hoje o evangelho falou sobre isso. Sobre a justiça ou injustiça como você está dizendo. Jesus contou para os discípulos uma parábola sobre um patrão que saiu contratando funcionários para trabalhar. Ele combinou que pagaria uma moeda aos primeiros que contratou. E ao longo do dia contratou vários outros. No final chamou quem tinha sido contratado por ultimo e pagou uma moeda para eles!


PA: Nossa! Mas eles trabalharam pouco! Porque receberam o pagamento completo?


PB: Ixi você falou igualzinho os primeiros contratados que ficaram bravos por receberem apenas uma moeda!


PA: Claro! Imagina eles que trabalharam o dia todo receberem a mesma coisa do que quem não trabalhou quase nada!


(Catequista entra)


C: Olá crianças! Sobre o que vocês estão conversando?


PA: O PB está me falando sobre o evangelho. Muito injusto catequista os últimos receberem o mesmo valor do que aqueles que trabalharam o dia todo!


C: Nós achamos injusto PA, pois queremos julgar pelo que achamos direito ou pelo que nós achamos ser o melhor. Esquecemos-nos que Deus tem um amor sem limites por cada um de seus filhos e no coração de Deus as regras são outras. Muito diferentes das nossas.


PB: Minha mãe sempre me fala que devemos fazer o bem ao próximo, sem escolher qual este próximo. Seria muito fácil ajudar só quem nos ajuda ou fazer o bem a quem nos faz bem!


C: É Isso mesmo PB. Temos que pensar no que Deus gostaria que fizéssemos!
Como Deus gostaria que eu me comportasse? O que Jesus faria se estivesse em meu lugar?



PA: Entendi catequista, mas isso é muito difícil! 


C: Sim! Não é nada fácil seguir os passos de Jesus, por isso é muito importante estarmos juntos, vivendo em comunidade para que um possa fortalecer e ser exemplo para o outro. E sempre, sempre mesmo nos apoiar na Palavra de Deus! 


PB: Nossa! Falando em palavra de Deus, setembro é o mês da Bíblia! E hoje em especial a igreja celebra o dia da Bíblia!


PA: Nossa que legal! Agora acho que estou entendendo melhor o que Jesus gostaria que eu fizesse! E minha mãe pensou como Deus pensaria! Que todos os filhos merecem o melhor sempre! Até lembrei-me de uma música! PB, Catequista vocês cantam comigo? 


PB: Que música é?


PA: Aquela que diz assim: “Amar como Jesus amou.Sonhar como Jesus sonhou. Pensar como Jesus pensou. Viver como Jesus viveu!


C: Vamos cantar sim, mas antes vamos fazer uma oração para que o nosso coração seja como o coração de Jesus!

Sugestão de Música




Ideia para trabalhar esse Evangelho

Escreva em papéis cortados em tiras algumas situações que podemos encontrar no dia a dia. 
Ex: Uma pessoa pedindo comida. Alguém precisando de ajuda na escola. Sortear o papelzinho e refletir com as crianças como cada uma delas agiria na situação e em seguida imaginar qual seria a atitude de Jesus.

Oração

Senhor Jesus! Meu bom amigo! Que meu coração seja dócil para fazer a tua Vontade.
Ensina-me a seguir a tua palavra e entender todo amor que brota do seu coração.
Ajuda-me a amar aos irmãos e ser sinal do seu amor por onde eu andar. Quero ter um coração semelhante ao seu coração. 

Amém!

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