Quem somos?

Minha foto
Somos um Ministério de Evangelização de Crianças da Diocese de São José dos Campos desde 1999. Utilizamos como recurso de evangelização o teatro. Também organizamos formações para evangelizadores e catequistas. Estamos sempre a disposição! Precisando é só mandar um mail para cantinhodanjos@gmail.com Vamos levar nossas crianças para Jesus!!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Evangelho de Mateus 22, 34-40

Missa de 29 de Outubro de 2017

Imagem relacionada30º DOMINGO DO TEMPO COMUM
"AMAR A DEUS EM PRIMEIRO LUGAR E AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO"

Leituras
Primeira Leitura Ex 22,20-26
Salmo 17 / 18
Segunda Leitura 1Ts 1,5c-10
Evangelho Mt 22,34-40
Liturgia Diária

Mensagem Principal

Neste último domingo do Mês das Missões, a Igreja dedica especial atenção à Amazônia, região tão necessitada de cuidados e de missionários. Hoje celebramos também o Dia Nacional da Juventude. No Evangelho, Jesus de Nazaré nos ensina o essencial dos mandamentos: “amarás a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a ti mesmo”. O amor a Deus nos leva ao próximo para viver e testemunhar a alegria do Evangelho.
Fonte: Folheto Nova Aliança

Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:

Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!

MENSAGEM

A resposta de Jesus, no entanto, supera o horizonte estreito da pergunta e vai muito mais além, situando-se ao nível das opções profundas que o homem deve fazer… O importante, na perspectiva de Jesus, não é definir qual o mandamento mais importante, mas encontrar a raiz de todos os mandamentos. E, na perspectiva de Jesus, essa raiz gira à volta de duas coordenadas: o amor a Deus e o amor ao próximo. A Lei e os Profetas são apenas comentários a estes dois mandamentos.
Os cristãos de Mateus usavam a expressão “a Lei e os Profetas” para se referirem aos livros inspirados do Antigo Testamento, que apresentavam a revelação de Deus (cf. Mt 5,17; 7,12). Dizer, portanto, que “nestes dois mandamentos se resumem a Lei e os Profetas” (vers. 40), significa que eles encerram toda a revelação de Deus, que eles contêm a totalidade da proposta de Deus para os homens.
A originalidade deste sumário evangélico da Lei não está nas ideias de amor a Deus a ao próximo, que são bem conhecidas do Antigo Testamento: Jesus limita-Se a citar Dt 6,5 (no que diz respeito ao amor a Deus) e Lv 19,18 (no que diz respeito ao amor ao próximo)… A originalidade deste ensinamento está, por um lado, no facto de Jesus os aproximar um do outro, pondo-os em perfeito paralelo e, por outro, no facto de Jesus simplificar e concentrar toda a revelação de Deus nestes dois mandamentos.
Portanto, o compromisso religioso (que é proposto aos crentes, quer do Antigo, quer do Novo Testamento) resume-se no amor a Deus e no amor ao próximo. Na perspectiva de Jesus, que é que isto quer dizer?
De acordo com os relatos evangélicos, Jesus nunca se preocupou excessivamente com o cumprimento dos rituais litúrgicos que a religião judaica propunha, nem viveu obcecado com o oferecimento de dons materiais a Deus. A grande preocupação de Jesus foi, em contrapartida, discernir a vontade do Pai e a cumpri-la com fidelidade e amor. “Amar a Deus” é pois, na perspectiva de Jesus, estar atento aos projetos do Pai e procurar concretizar, na vida do dia a dia, os seus planos. Ora, na vida de Jesus, o cumprimento da vontade do Pai passa por fazer da vida uma entrega de amor aos irmão
s, se necessário até ao dom total de si mesmo.
Assim, na perspectiva de Jesus, “amor a Deus” e “amor aos irmãos” estão intimamente associados. Não são dois mandamentos diversos, mas duas faces da mesma moeda. “Amar a Deus” é cumprir o seu projeto de amor, que se concretiza na solidariedade, na partilha, no serviço, no dom da vida aos irmãos.
Como é que deve ser esse “amor aos irmãos”? Este texto só explica que é preciso “amar o próximo como a si mesmo”. As palavras “como a si mesmo” não significam qualquer espécie de condicionalismo, mas que é preciso amar totalmente, de todo o coração.
Noutros textos mateanos, Jesus explica aos seus discípulos que é preciso amar os inimigos e orar pelos perseguidores (cf. Mt 5,43-48). Trata-se, portanto, de um amor sem limites, sem medida e que não distingue entre bons e maus, amigos e inimigos. Aliás, Lucas, ao contar este mesmo episódio que o Evangelho de hoje nos apresenta, acrescenta-lhe a história do “bom samaritano”, explicando que esse “amor aos irmãos” pedido por Jesus é incondicional e deve atingir todo o irmão que encontrarmos nos caminhos da vida, mesmo que ele seja um estrangeiro ou inimigo (cf. Lc 10,25-37).

Ideia de roteiro para teatro

(Personagem A entra todo preocupado e Personagem B entra abraçando, fazendo coração com a mão e falando eu te amo para todos)
(PB vai e dá um abraço bem apertado no PA)

PA: Ai!!! Que aperto de abraço!! Está me abraçando por que? Não é nem o me aniversário?!

PB: É porque estou obedecendo ao mandamento do Senhor!!

PA: Jura??? Me ensina como fazer?

PB: Claro!!! Mas antes... estou percebendo sua carinha de preocupada!!! O que está acontecendo??

PA: Sabe o que é, o mandamento do Senhor me deixou confusa! Não sei mesmo como fazer!!

PB: Mas é tão simples!! É só sai abraçando, distribuindo corações e dizendo que amamos a todos!!!

PA: Sério que é assim???

PB: É simples assim! Mas com o que você ficou confusa?

PA: Olha, o mandamento diz assim: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento"! Amar a Deus com o coração é simples. Acho que é fazer isso que você está fazendo! Amar a Deus de todo o meu entendimento também é fácil, pois é entender que Ele é o Senhor da minha vida! Agora, amar a Deus de toda a minha alma?? Como faço isso??

PB: Nossa, acho que não prestei atenção nessa parte!!! Eu escutei: "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" e já sai abraçando a todos... Não sei te explicar não!!!

(Entra a Catequista que já estava espiando a conversa)

C: Olá Crianças!!! Acho que eu posso ajudar!!

PA: Que bom que a Sra chegou!!!

PB: (Corre para abraçá-la) Escutou a nossa conversa?

C: Escutei sim. Estava passando e escutei vocês conversando!! Em primeiro lugar, fiquei muito feliz e orgulhosa de vocês!

PA e PB: Sério?

C: Sérissimo!! Lindo ver os meus aluninhos se preocupando em viver os mandamentos do Senhor!! Bom agora precisamos conversar sobre eles!!

PA: Nossa C, achei difícil obedecer a esse mandamento!!

C: Calma, vou explicar e ficará mais fácil!! O primeiro mandamento diz assim: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento"! O que esse mandamento quer nos dizer é que devemos amar Deus simplesmente por Ele ser o Nosso Deus!

PA: Como assim??

C: Por exemplo: Você ama o seu pai e a sua mãe?

PA: Amo sim!! Amo muito!

C: E por que você ama eles?

PA: Amo porque eles são meu pai e minha mãe!!

C: É exatamente isso que este mandamento nos ensina! O fato de ser sua mãe e seu pai já é mais que necessário para que você os ame. Portanto, amamos a Deus porque Ele é o nosso Deus! O fato de Deus ser Deus e nosso Pai já é mais que necessário para que eu o ame!

PA: Mas como é amar a Deus de coração?

C: Olha PA, amar de todo o coração significa amar com todo o nosso ser, pois o coração simboliza tudo o que somos: alma e entendimento. O mais importante é amar a Deus contudo que temos e somos!!

PA: Agora eu entendi!!

PB: Por isso que eu falo, a parte que escolhi é muito mais fácil!!! "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo".

C: Mas não é apenas do jeito que você está fazendo não?!

PB: Ah!! Então não é só sair abraçando e dizendo que amo a todos?

C: Não é!! Olha só, essa é a parte mais difícil do ensinamento de Jesus de hoje. Amar a Deus é simples porque Ele nos ama profundamente. Agora amar o próximo requer atenção.

PB: Como assim?

C: Olha como é maravilhoso o nosso Senhor! Deus é amor! Então como estou em Deus e amo esse Deus que está no meu coração, também amo o meu irmão! É o Deus que mora em mim e que eu amo que faz com que eu ame o meu irmão como a mim mesmo!

PB: Nossa, que lindo!!! Realmente requer atenção!!!

C: Olha crianças, o que precisamos gravar no nosso coração são as duas direções que Jesus nos dá: o amor a Deus e o amor ao próximo. Assim estaremos fazendo a vontade de Jesus!! Vamos pedir que o Espírito Santo nos ajude a sempre colocar Deus em primeiro lugar e a amar o próximo como a mim mesmo!!

Sugestão de Música



Ideia para trabalhar esse Evangelho

Como é importante este Evangelho. Se todas as pessoas vivessem esses 2 mandamentos, o mundo seria mais justo e mais feliz! Por isso é importante trabalhar muito bem esse Evangelho! 
Depois de contar sobre às leituras e o Evangelho, sentar em roda com as crianças para iniciar a vivência desse conteúdo.
A Sugestão é montar um quebra cabeça! Então, quanto maior for as peças, melhor. 
Mostrar as peças separadamente para as crianças!! E pedir que leiam o que está escrito em cada peça do coração. Pedir às crianças que separem as pessoas para montarem 2 corações: o coração que segue os 2 mandamentos de Jesus e o coração que não segue os mandamentos.
Nesse momento pode ser feito uma ótima reflexão.

Pode ser dado para cada criança um coração vazio, para que ela escreva tudo o que ela fará para ter um coração que pratica os mandamentos.


Oração

Senhor Jesus,
Quero me comprometer com o Senhor de viver os mandamentos!!
Que o Espirito Santo me ajude a colocar Deus sempre em primeiro lugar e amar o meu próximo como a mim mesmo!
Amém

domingo, 8 de outubro de 2017

Evangelho de Mateus 22, 15-21

Missa de 22 de Outubro de 2017

Resultado de imagem para Desenho Evangelho de Mateus 22, 15-2129º DOMINGO DO TEMPO COMUM 
DIA MUNDIAL 
DAS MISSÕES E DA OBRA PONTIFÍCIA 
DA INFÂNCIA MISSIONÁRIA

Leituras
Primeira Leitura Is 45,1.4-6
Salmo 95 / 96
Segunda Leitura 1Ts 1,1-5b  
Evangelho Mt 22,15-21
Liturgia Diária

Mensagem Principal

Neste Dia Mundial das Missões, a Sagrada Escritura nos sugere “dar a Deus o que é de Deus”. Cada um de nós poderá refletir sobre o que ainda não deu a Deus. O tema da Campanha Missionária deste ano, “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída”, nos motiva a sair do nosso conforto para encontrar e servir as pessoas.
Fonte: Folheto Nova Aliança

Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:

Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!

MENSAGEM

Confrontado com a questão, Jesus convidou os seus interlocutores a mostrar a moeda do imposto e a reconhecerem a imagem gravada na moeda (a imagem de César). Depois, Jesus concluiu: “dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (vers. 21). O que é que esta afirmação significa? Significa uma espécie de repartição equitativa das obrigações do homem entre o poder político e o poder religioso?
Provavelmente, Jesus quis sugerir que o homem não pode nem deve alhear-se das suas obrigações para com a comunidade em que está integrado. Em qualquer circunstância, ele deve ser um cidadão exemplar e contribuir para o bem comum. A isso, chama-se “dar a César o que é de César”.
No entanto, o que é mais importante é que o homem reconheça a Deus como o seu único senhor. As moedas romanas têm a imagem de César: que sejam dadas a César. O homem, no entanto, não tem inscrita em si próprio a imagem de César, mas sim a imagem de Deus (cf. Gn 1,26-27: “Deus disse: ‘façamos o homem à nossa imagem, à nossa semelhança’… Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus”): portanto, o homem pertence somente a Deus, deve entregar-se a Deus e reconhecê-l’O como o seu único senhor.
Jesus vai muito além da questão que Lhe puseram… Recusa-Se a entrar num debate de carácter político e coloca a questão a um nível mais profundo e mais exigente. Na abordagem de Jesus, a questão deixa de ser uma simples discussão acerca do pagamento ou do não pagamento de um imposto, para se tornar um apelo a que o homem reconheça Deus como o seu senhor e realize a sua vocação essencial de entrega a Deus (ele foi criado por Deus, pertence a Deus e transporta consigo a imagem do seu senhor e seu criador). Jesus não está preocupado, sequer, em afirmar que o homem deve repartir equitativamente as suas obrigações entre o poder político e o poder religioso; mas está, sobretudo, preocupado em deixar claro que o homem só pertence a Deus e deve entregar toda a sua existência nas mãos de Deus. Tudo o resto deve ser relativizado, inclusive a submissão ao poder político,

Ideia de roteiro para teatro

(PA entra animado com uma bolsinha cheia de fotos de si mesmo)

PA: Olá crianças! Oi pra todo mundo! Vocês viram meu amigo PB por aí?

PB: Olá... Estava me procurando? Já cheguei!

PA: Sim eu estava! Vem aqui preciso colar uma foto minha em você!

PB: O que? Colar o que em mim?

PA: Uma foto minha ué! Estou vendo que você nem foi na missa hoje ainda né?

PB: Eu fui, mas não me lembro de ter ouvido nada sobre fotos! Muito menos sobre colar foto nas pessoas!

Catequista: Olá crianças! O que vocês estavam discutindo?

PB: Ah catequista era a PA querendo colar uma foto em mim! Disse que ouviu isso no evangelho de hoje!

Catequista: No evangelho? Como assim?

PA: Ai gente vou explicar pra vocês! Eu sei que às vezes é meio difícil entender! Principalmente quando Jesus quer brincar de passar a bola.

Catequista: Brincar de passar a bola?

PA: Isso! Na Bíblia diz que Jesus ensinava com passa bolas!

PB: São Parábolas!!!

PA: Ah! Verdade! É isso mesmo! Então vou explicar! Alguns discípulos foram até Jesus pra perguntar se ele achava que era certo pagar imposto. Aí Jesus mandou eles olharem de quem era a foto na moeda e quando disseram que era de Cesar, Jesus disse: Dai à Cesar o que é de César. Então resolvi colar minha foto em tudo que é meu pra ninguém pegar e PB é meu melhor amigo então vou colar nele também!

Catequista: Ah PA! Não foi isso que Jesus quis dizer não! Quando fizeram essa pergunta pra ele queriam colocar Jesus em uma situação bem complicada! Dependendo do que ele dissesse iriam dizer que ele estava contra ou a favor do imperador.

PB: Nossa Catequista! E o que eles acharam da resposta de Jesus?

PA: Ué! Lógico que eles entenderam que Jesus gostava de Cesar, pois mandou darem todo dinheiro pra ele né catequista?

Catequista: Não PA, não foi bem assim! Jesus disse dai a Cesar o que é de Cesar e dai a Deus o que é de Deus! Com isso ele deixou bem claro que todos tinham suas responsabilidades nas comunidades em que viviam, mas acima de tudo Deus tinha que ser o centro da vida daquele povo.

PB: Mas o que as pessoas davam pra Deus catequista? E como sabiam o que é de Deus?
Catequista: Muito fácil! De quem era o desenho na moeda?

PA / PB: De Cesar!

Catequista: Isso mesmo! E nós? De quem é a imagem impressa em nós?

PA: Hummm agora está difícil!

PB olhando para o próprio corpo diz: Não tem nada impresso em mim não!

Catequista: Vou mudar a pergunta então! Somos criados à imagem e semelhança de quem?

PA / PB: De Deus!

PA: Uau! Então temos que dar nós mesmos pra Deus?

Catequista: Isso mesmo! Por isso dedicamos nossa vida ao serviço de Deus. Damos a ele todo nosso amor, nosso louvor e nossa gratidão por ele ter nos criado e nos escolhido para caminhar com ele.

PB: Viu PA, sou de Deus então não venha querer colar nada em mim!

PA: Tudo bem eu entendi, mas como Deus é muito bom me deu sua amizade de presente! Por isso vou louvar e agradecer a ele!

Catequista: Vamos todos fazer uma oração, pois somos os escolhidos por Deus e porque todos os dias Ele é bom conosco!


Sugestão de Música



Ideia para trabalhar esse Evangelho

Formar uma roda com as crianças e sortear uma criança para ir ao centro. As demais crianças deverão observar alguma característica da criança que está no centro e louvar à Deus por isso ajudando assim a auto aceitação e estimulando o amor à Deus amando a cada um de nossos próximos.

Oração

Obrigada meu Deus por ser tão bom e amável conosco, mesmo quando não merecemos!
Louvamos e agradecemos por ter nos criado à sua Imagem e Semelhança e por querer fazer de nós seus discípulos!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Evangelho de Mateus 22,1-14

Missa de 15 de Outubro de 2017

 
28º DOMINGO DO TEMPO COMUM
MÊS MISSIONÁRIO

Leituras
Primeira Leitura  Is 25, 6-10a
Salmo Sl 22/23
Segunda Leitura  Fl 4,12-14.19-20
Evangelho Mt 22,1-14


Mensagem Principal

Neste terceiro domingo do Mês das Missões, a liturgia nos alerta para a inclusão de todos no banquete do Reino. Somos motivados a sair pelas ruas e encruzilhadas e convidar todos os que forem encontrados. Este é o espírito da Igreja em saída que vive e anuncia a alegria do Evangelho sem fronteiras. A Eucaristia que celebramos abraça a todos e antecipa a festa do Reino.
Fonte: Folheto Nova Aliança 


Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:

Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!
A primeira parábola é a parábola dos convidados para o “banquete” (vers. 1-10). Apresenta-nos um rei que organizou um banquete para celebrar o casamento do seu filho. Convidou várias pessoas, mas os convidados recusaram-se a participar no “banquete”, apresentando muitas desculpas.
Mateus chega a dizer (um dado que não aparece no relato de Lucas) que teriam até assassinado os emissários do rei… Trata-se de um quadro gravíssimo: recusar o convite era uma ofensa inqualificável; mas, como se isso não bastasse, esses convidados indignos manifestaram um desprezo inconcebível pelo rei, matando os seus servos. O rei enviou então as suas tropas que castigaram os assassinos (vers. 7. Esta referência não aparece no relato de Lucas… É uma provável interpretação da destruição de Jerusalém pelos exércitos romanos de Tito, no ano 70. Isso significa que a versão que Mateus nos dá da parábola é posterior a essa data).
O rei resolveu, apesar de tudo, manter a festa e mandou que fossem trazidos para o “banquete” todos aqueles fossem encontrados nas “encruzilhadas dos caminhos”. E esses desclassificados, esse “povo da terra”, que nunca se tinha sentado à mesa de um personagem importante (com tudo o que isso significava em termos de comunhão e de estabelecimento de laços de família e de amizade), celebrou a festa à mesa do rei.
O sentido da parábola é óbvio… Deus é o rei que convidou Israel para o “banquete” do encontro, da comunhão, d
a chegada dos tempos messiânicos (as bodas do “filho”). Os sacerdotes, os escribas, os doutores da Lei recusaram o convite e preferiram continuar agarrados aos seus esquemas, aos seus preconceitos, aos seus sistemas de auto salvação. Então, Deus convidou para o “banquete” do Messias esses pecadores e desclassificados que, na perspectiva da teologia oficial, estavam arredados da comunhão com Deus e do Reino.
Esta parábola explicita bem o cenário em que o próprio Jesus se move… Ele aparece, com frequência, a participar em “banquetes” ao lado de gente duvidosa e desclassificada, ao ponto de os seus inimigos o acusarem de “comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e de pecadores” (Mt 11,19; Lc 7,34). Porque é que Jesus participa nesses “banquetes”, correndo o risco de adquirir uma fama tão desagradável? Porque no Antigo Testamento – como vimos na primeira leitura – os tempos messiânicos são descritos com a imagem de um “banquete” que Deus prepara para todos os povos. Ora, Jesus tem consciência de que, com Ele, esses tempos chegaram; e utiliza o cenário do “banquete” para expressar a realidade do Reino (a mesa da festa, do amor, da comunhão com Deus, para a qual todos os homens e mulheres, sem exceção, são convidados). Para Ele, o sentar-se à mesa com os pecadores é uma forma privilegiada de lhes dizer que Deus os acolhe com amor e que quer estabelecer com eles relações de comunhão e de familiaridade, sem excluir ninguém do seu convívio ou da sua comunidade.
Os líderes de Israel, no entanto, sempre reprovaram a Jesus esse contato com os pecadores e os desclassificados… Para eles, os publicanos e as prostitutas, por exemplo, estavam definitivamente arredadas da comunidade da salvação. Sentá-los à mesa do “banquete” do Reino é algo de inaudito e que os líderes de Israel acham absolutamente inapropriado.
É muito provável que, originalmente, a parábola tivesse servido a Jesus para responder àqueles que o acusavam de ter convidado para o “banquete” do Reino todo o tipo de desclassificados e de pecadores. Jesus deixa claro que, na perspectiva de Deus, a questão não é se tal ou tal pessoa tem o direito de se sentar à mesa do Reino; mas a questão essencial é se se aceita ou não se aceita o convite de Deus. Na verdade, os líderes de Israel recusaram o desafio de Deus, enquanto que os pecadores e desclassificados o acolheram de braços abertos.
Mais tarde, a comunidade cristã irá fazer uma releitura um pouco diferente da parábola e utilizá-la para explicar porque é que os pagãos acolheram melhor do que os judeus a Boa Nova do Reino.
A segunda parábola é a parábola do convidado que se apresentou na festa sem o traje nupcial (vers. 11-14). O rei que organizou o “banquete” mandou, então, lançá-lo fora da sala onde se realizava a festa.
A parábola constitui uma advertência àqueles que aceitaram o convite de Deus para a festa do Reino, aderiram à proposta de Jesus e receberam o Batismo. Mateus escreve no final do século I (anos 80), quando os cristãos já tinham esquecido o entusiasmo inicial e viviam instalados numa fé pouco exigente. Consideravam que já tinham feito uma opção definitiva e que já tinham assegurado a salvação. Mateus diz-lhes: cuidado, porque não chega entrar na sala do “banquete”; é preciso, além disso, vestir um estilo de vida que ponha em prática os ensinamentos de Jesus. Quem foi batizado e aderiu ao “banquete” do Reino, mas recusou o traje do amor, da partilha, do serviço, da misericórdia, do dom da vida e continua vestido de egoísmo, de arrogância, de orgulho, de injustiça, não pode participar na festa do encontro e da comunhão com Deus. Deus chamou todos os homens e mulheres para participarem no “banquete”; mas só serão admitidos aqueles que responderem ao convite e mudarem completamente a sua vida.


Ideia de roteiro para teatro


(Personagem A entra todo empolgado e olhando dentro de uma cesta de piquenique)

PA: Oba! Acho que já tenho tudo que preciso...

(Personagem B entra com uma sacola de coisas)

PB: Oi todo mundo, Oi PA.

PA: Oi PB e ai trouxe tudo o que combinamos?

PB: É claro que trouxe esta tudinho aqui, olha!

PA: Deixa ver!

(PB começa a tirar as coisas da sacola e mostra para PA) 

PB: Olha só PA, trouxe banana, maçã, bolacha de água e sal, água.

PA: Legal também tenho algumas frutas, bolo e suco pra gente.

PB: Oba! Será super divertido nosso piquenique

PB: Sabe PA, agora tenho uma duvida!

PA: Qual duvida?

PB: Quando você ligou me convidando para o piquenique, você me disse que estaríamos fazendo a vontade de Deus, porque no evangelho de hoje estava pedindo isso.

PA: Sim senhor, isso mesmo!

PB: Mas PA, já fui à missa hoje e prestei bastante atenção no evangelho e nenhum momento fala que devemos fazer um piquenique.

PA: Realmente, no evangelho não fala sobre piquenique, mas fala de um rei que preparou um grande banquete, mas quem não quer participa desse banquete não vai para o Reino dos Céus.

PB: É verdade, eu lembro que muitos se recusaram a ir ao banquete que o rei preparou, mas porque será né?

PA: Porque eu não sei PB, só sei de uma coisa, eu sim quero ir para o Reino de Deus

PB: Eu também quero!

PA: Então PB, por isso tive essa ideia de fazer o piquenique, convencemos um montão de gente a participar e assim já estaremos fazendo nossa parte e com certeza Deus nos aceitara em seu Reino.

PB: Esta bem PA essa parte eu entendi, mas ainda não entendi porque um piquenique e não um banquete, afinal foi um banquete que o rei fez!

PA: Muito simples meu amigo, o dimdim esta curto, minha mesada não da para fazer um banquete, no máximo um piquenique

PB: É verdade a crise ta feia, nem mesada eu tenho mais! peguei as frutas de casa mesmo!

PA: Viu, por isso pensei no piquenique.

PB: Mas será que Deus vai aceitar um piquenique do lugar de um banquete

PA: É claro que vai!

PB: Então ta bom! Vamos começar?

PA: Vamos!!!!

(Começam a estender a toalha para montar o piquenique)
(Catequista entra)

C: Oi crianças tudo bem?

PA e PB: Oi Catequista!

C: Crianças o que estão fazendo aqui com essas coisas? 

PA: Nós vamos fazer um piquenique no lugar de um banquete

C: E para que?

PA: Como para que Catequista? Para Deus nos aceitar no Reino dos Céus, assim como fez o Rei que fez banquete.

C: Mas crianças de onde vocês tiraram isso? Que para entrar no Reino do Céus é preciso fazer um banquete ?

PB: No evangelho ué!

C: Crianças no evangelho diz que “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou um banquete para comemorar o casamento de seu filho.

PA: Sério C, não me lembro dessa parte do casamento

C: Crianças essa história foi mais uma parábola que Jesus contou para explicar um de seus ensinamentos.

PB: Então nos confundimos de novo?

C: Crianças sem problemas, explico tudo pra vocês.

PA: Então C, qual foi o ensinamento que Jesus quis nos passar com essa parábola?

C: A parábola fala do rei que faz um banquete e que alguns convidados se recusam a participar, pois não queriam abrir mão de seus afazeres.

PA: E o que Jesus quer dizer com isso?

C: É como se o Rei fosse próprio Deus, que nos convida para o “banquete” da comunhão com ele. Isso significa que Deus nos convida para viver em comunhão com ele, que nos faz esse convite, porque nos ama e quer ter a todos nós ao seu lado.

PA: Mas se na verdade é Deus que nos convida para este banquete, ou seja, para estar em comunhão com ele, porque algumas pessoas se recusaram a participar do banquete?

C: É exatamente essa mensagem que Jesus quer passar, porque infelizmente, muitos de nós muitas vezes deixamos de estar com Deus, porque não queremos abrir mão das coisas do mundo, preferimos fazer coisas que julgamos mais legais ou divertidas e acabamos deixando Deus de lado.

PB: Nossa C, mas é tão difícil deixar de fazer algo que gostamos

C: PB, sim!  Mas não renunciamos uma coisa boa para fazer uma coisa ruim. Deixamos uma coisa boa para fazer outra coisa boa. Às vezes deixamos nossos brinquedos para participar da missa, vir aqui na catequese, ajudar as pessoas...tudo isso são coisas boas, mas cada uma dessas coisas boas precisa ter seu tempo. Isso é escutar o convite de Deus e colocá-lo em primeiro lugar. 

PA: Afinal, Deus que nos criou e a vida que vivemos, pertence a ele.

C: Isso mesmo PA! Agora vou continuar... Na parábola também fala que o rei, apesar de tudo, mandou que fossem trazidos para o “banquete” todos aqueles fossem encontrados pelo caminho.

PB: Como assim todos? O rei chamou pessoas desconhecidas, pessoas que ele nem sabia se fazia coisas boas ou não!

C: Sim PB, a todos! Jesus quer mostrar que Deus convida a todos nós a festa, do amor, da comunhão e da felicidade eterna, pois todos os homens e mulheres, sem exceção, são convidados a viver em seu reino, Deus não faz diferenças entre seus filhos e ama á todos igualmente.

PA: Catequista, lembrei de uma parte da parábola que diz que o rei manda embora uma pessoa que não foi com a roupa ideal para a festa, como Deus poderia fazer isso?

C: Bem lembrado PA, nessa parte da parábola fala do homem que aceitou ir ao banquete, mas não quis cumprir a regra de usar roupas apropriadas para festa, o que Jesus quer nos dizer é que o convite de Deus é para todos, mas tudo depende das nossas atitudes, pois só serão aceitos a viver em comunhão com Deus aqueles que realmente mudarem de vida tendo atitudes de amor, de partilha e humildade.

PA: Então não adianta só aceitar?

C: Não basta só aceitar ao convite de Deus, é preciso por em prática os ensinamentos de Jesus. Quem aceita o convite para viver em comunhão com Deus, mas continua sendo egoísta com o amiguinho, sendo arrogante com os irmãos, sendo orgulhoso, e praticando injustiças, não poderá participar na festa da comunhão com Deus.

PA: Ah agora entendi!

PB: Sabe catequista, aceitar ao convite de Deus a viver em comunhão com ele eu já aceitei, mas confesso que preciso melhorar algumas atitudes minhas.

C: Que bom que você tem essa consciência de que precisa melhorar, então é só procurar colocar em pratica, sempre se lembrando dos ensinamentos de Jesus.
Então para começar vamos fazer uma linda oração?

PA e PB: Vamos!



Sugestão de Música



Ideia para trabalhar esse Evangelho

1° Parte



Brincadeira: Eu serei escolhido?



Material: Um lenço, ou um pano que de para cobrir os olhos da criança

Formação: De mãos dadas as crianças formam um círculo.

No interior deste permanecerá um jogador com os olhos vendados.



Desenvolvimento: O círculo começa a girar.

Quando o jogador do centro bater o pé no chão o círculo para de girar.

 A criança do centro aponta para um jogador e este dirá:

“EU SEREI UM ESCOLHIDO DO SENHOR?”.

O do centro terá que o reconhecer pela voz, dizendo o seu nome, desta maneira: FULANO (dizer o nome se ele reconhecer a voz) VOCÊ COM CERTEZA SERÁ UM ESCOLHIDO DO SENHOR.

Caso erre, continuará no centro. Acertando, o que foi apontado ocupará o centro e o outro o substituirá na roda, do contrário, o jogo prosseguirá até que o do centro, fazendo novamente parar o círculo mencionar acertadamente o nome do escolhido do senhor.

Finalize depois que todas ou a grande maioria de crianças sejam reconhecidas, para que todos sejam os ESCOLHIDOS DO SENHOR.


2° Parte

Confeccionar Convites 

Depois entregar alguns convites para cada criança. Eles deverão preencher o convite e entregar para alguns amiguinhos durante a semana. Incentive-os dizendo que agora que já aceitaram ao convite de Deus e já estão tentando melhorar suas atitudes, chegou a hora de ajudar a Deus nessa linda missão de convidar a todos.


Oração

Pai amado, o senhor me convida a participar das alegrias do teu Reino.
Aceito de todo coração o teu convite e prometo que vou melhorar minhas atitudes porque sei que muitos são chamados, porém poucos são os escolhidos.
Amém