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Somos um Ministério de Evangelização de Crianças da Diocese de São José dos Campos desde 1999. Utilizamos como recurso de evangelização o teatro. Também organizamos formações para evangelizadores e catequistas. Estamos sempre a disposição! Precisando é só mandar um mail para cantinhodanjos@gmail.com Vamos levar nossas crianças para Jesus!!

sábado, 25 de março de 2017

Evangelho de Mateus 21, 1-11

Missa de 09 de Abril de 2017

Resultado de imagem para desenho semana santaDOMINGO DE RAMOS E 
PAIXÃO DO SENHOR

Leituras
Evangelho Mt 21,1-11 (Domingo de Ramos)
Primeira Leitura Is 50,4-7
Salmo 21 / 22
Segunda Leitura Fl 2,6-11 
Evangelho Mt 27,11-54

Mensagem Principal

A liturgia deste Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor nos convida a perceber o alcance do amor de Deus Pai, manifestado em Cristo Jesus por todos nós. Para nos salvar, Ele aceitou até mesmo a morte humilhante na Cruz. Com o Domingo de Ramos, também iniciamos a nossa caminhada com Cristo em direção ao calvário, mas sem esquecer que a ressurreição é o nosso fim. Acompanhemos a entrada do Senhor em Jerusalém e celebremos, com piedade, os mistérios da nossa fé, naquela que para nós é a semana maior de nossa fé.
Fonte: Liturgia - Nova Aliança

Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:

Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!

Evangelho Mt 21,1-11 
Tema do Domingo de Ramos

A liturgia deste último domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz, revela-se o amor de Deus – esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.

Evangelho Mt 27,11-54
Mensagem

A morte de Jesus tem de ser entendida no contexto daquilo que foi a sua vida. Desde cedo, Jesus apercebeu-Se de que o Pai O chamava a uma missão: anunciar esse mundo novo, de justiça, de paz e de amor para todos os homens. Para concretizar este projecto, Jesus passou pelos caminhos da Palestina “fazendo o bem” e anunciando a proximidade de um mundo novo, de vida, de liberdade, de paz e de amor para todos. Ensinou que Deus era amor e que não excluía ninguém, nem mesmo os pecadores; ensinou que os leprosos, os paralíticos, os cegos, não deviam ser marginalizados, pois não eram amaldiçoados por Deus; ensinou que eram os pobres e os excluídos os preferidos de Deus e aqueles que tinham um coração mais disponível para acolher o “Reino”; e avisou os “ricos” (os poderosos, os instalados), de que o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência, o fechamento só podiam conduzir à morte.

O projeto libertador de Jesus entrou em choque – como era inevitável – com a atmosfera de egoísmo, de má vontade, de opressão que dominava o mundo. As autoridades políticas e religiosas sentiram-se incomodadas com a denúncia de Jesus: não estavam dispostas a renunciar a esses mecanismos que lhes asseguravam poder, influência, domínio, privilégios; não estavam dispostas a arriscar, a desinstalar-se e a aceitar a conversão proposta por Jesus. Por isso, prenderam Jesus, julgaram-n’O, condenaram-n’O e pregaram-n’O numa cruz.

A morte de Jesus é a consequência lógica do anúncio do “Reino”: resultou das tensões e resistências que a proposta do “Reino” provocou entre os que dominavam o mundo.

Podemos, também, dizer que a morte de Jesus é o culminar da sua vida; é a afirmação última, porém, mais radical e mais verdadeira (porque marcada com sangue), daquilo que Jesus pregou com palavras e com gestos: o amor, o dom total, o serviço.

Na cruz, vemos aparecer o Homem Novo, o protótipo do homem que ama radicalmente e que faz da sua vida um dom para todos. Porque ama, este Homem Novo vai assumir como missão a luta contra o pecado – isto é, contra todas as causas objectivas que geram medo, injustiça, sofrimento, exploração e morte. Assim, a cruz mantém o dinamismo de um mundo novo – o dinamismo do “Reino”.

Para além da reflexão geral sobre o sentido da paixão e morte de Jesus, convém ainda notar alguns dados que são exclusivos da versão mateana da paixão.


• Ao longo do relato da paixão, Mateus insiste no facto de os acontecimentos estarem relacionados com o cumprimento das Escrituras (cf. Mt 26,24.30.54.56;27,9). Mesmo quando não refere explicitamente o cumprimento das Escrituras, Mateus liga os acontecimentos da paixão de Jesus com figuras e factos do Antigo Testamento, a fim de demonstrar que a paixão e morte de Jesus faz parte do projeto de Deus, previsto desde sempre. A explicação para esta insistência no cumprimento das Escrituras deve ser buscada no seguinte facto: Mateus escreve para cristãos que vêm do judaísmo; Ele vai, portanto, fazer referência a citações e promessas do Antigo Testamento – conhecidas de cor por todos os judeus – a fim de demonstrar que Jesus era esse Messias anunciado pelos profetas e cujo destino passava pelo dom da vida.


• Também Marcos (cf. Mc 14,47) e Lucas (cf. Lc 22,50-51) contam como, no Getsemani, na altura em que Jesus foi preso, um dos elementos do grupo de Jesus agrediu com uma espada um servo do sumo-sacerdote. No entanto, só Mateus apresenta Jesus a condenar explicitamente o gesto, explicando que o projeto do Pai não passa pela violência, mesmo contra os agressores (cf. Mt 26,51-54). O caminho do Pai passa pelo amor e pelo dom da vida; por isso, os discípulos de Jesus não podem recorrer à violência, mesmo que se trate de defender uma causa justa. Este ensinamento tem, neste contexto, uma força especial: é quando Jesus é vítima inocente da violência que Ele afirma de forma clara a recusa absoluta da violência: o “Reino” de Deus nunca passará por esquemas de violência, de imposição, de poder e de prepotência. Na lógica do “Reino”, os fins nunca justificarão os meios.


• Só no Evangelho segundo Mateus aparece o relato da morte de Judas (cf. Mt 27,3-10. Temos uma outra versão do acontecimento em Act 1,18-19). O episódio deixa clara a iniquidade do processo e a inocência de Jesus. A forma como Mateus sublinha o desespero e o arrependimento de Judas deixa clara a inocência de Jesus, por um lado e, por outro, o desnorte dos responsáveis pelo processo, empenhados em “sacudir a água do capote” e em declinar responsabilidades.


• São exclusivos de Mateus o sonho da mulher de Pilatos (cf. Mt 27,19) e a lavagem das mãos por parte do procurador romano (cf. Mt 27,24). Estes pormenores aparecem aqui com uma dupla finalidade: por um lado, Mateus quer deixar claro que Jesus é inocente e que os próprios romanos reconhecem o facto; por outro, Mateus sugere que não foi o império romano, mas sim o próprio judaísmo que rejeitou Jesus e a sua proposta de “Reino”. Os pagãos reconhecem a inocência de Jesus; mas o seu próprio Povo rejeita-O. A frase que, no contexto do julgamento de Jesus, Mateus atribui ao Povo (“o seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos” – Mt 27,25) deve também ser entendida neste enquadramento. Mateus explica dessa forma – aos cristãos que vêm do judaísmo – porque é que o judaísmo como conjunto está fora do “Reino”: o judaísmo rejeitou Jesus e quis eliminar a sua proposta.


• Também é exclusiva de Mateus a descrição dos factos que acompanharam a morte de Jesus: “o véu do Templo rasgou-se em duas partes, de alto a baixo; a terra tremeu e as rochas fenderam-se. Abriram-se os túmulos e muitos dos corpos de santos que tinham morrido ressuscitaram; e, saindo do sepulcro, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade e apareceram a muitos” (Mt 27,51-53). Através destes elementos, Mateus quer sublinhar a importância do momento. É o tipo de sinais que, segundo a tradição apocalíptica, precederiam a manifestação de Deus, no final dos tempos. Estes sinais mostram que, apesar do aparente fracasso de Jesus, Deus está ali, a manifestar-Se como o salvador e libertador do seu Povo.


• Finalmente, só Mateus narra o episódio da “guarda” do sepulcro (cf. Mt 27,62-66). Provavelmente, o relato de Mateus tem uma finalidade apologética… Para os cristãos, o sepulcro vazio era a evidência de que Jesus tinha ressuscitado; mas alguns grupos judeus puseram a circular o rumor de que o corpo de Jesus tinha sido roubado pelos discípulos. Mateus trata de explicar a origem do rumor e de negá-lo veementemente.


Ideia de roteiro para teatro

Personagem A (cantando): Rosana hey! Rosana Há! Rosana Hey! Rosana Hey! Rosana Há! 

Personagem B: Quem é Rosana? 


Personagem A: Deve ser uma pessoa muito importante, pois na procissão a gente canta assim! 


Catequista: Oi crianças tudo bem? 


Personagem A e B: Sim catequista! 


Personagem B: Catequista, quem é Rosana? 


Catequista: Quem? 


Personagem B: Rosana, da música da procissão! 


Personagem A (cantando): Rosana hey! Rosana Há! Rosana Hey! Rosana Hey! Rosana Há! 


Catequista: Ah! Não é Rosana! É Hosana! É um canto, um hino de louvor à Deus! 


Personagem A: Ai meu Deus... e eu achando que era uma pessoa importante!! Estou muito animada para participar da procissão! Eu gosto muito de andar pelas ruas balançando aquelas folhas... Como é mesmo o nome catequista? 

Catequista: São os Ramos! 


Personagem B: Ah! Eu não! Não queria participar não! 

Catequista: E por que não? É uma data tão linda! É o início da semana maior da nossa fé!

Personagem A: Semana maior da nossa Fé?

Catequista: Isso mesmo! É quando celebramos o a crucificação, morte e ressurreição de Jesus. 

Personagem B: Eu sei que é bonito, mas eu não gosto! Aquelas pessoas não foram boas com Jesus! Mentiram pra ele! 


Catequista: Mentiram? Por quê? 


Personagem B: Porque fingiram gostar dele, cantaram músicas pra ele, disseram muitas coisas bonitas e depois entregaram ele pra morte! 


Personagem A: Nossa! Não tinha pensado nisso! 


Catequista: Prestem atenção crianças! As pessoas daquela época ouviam falar sobre as curas e milagres que Jesus realizava no meio do povo. E todos ficaram muito contentes, pois era um povo que sofria muito e queriam ter esperança de que as coisas seriam melhores. 


Personagem B: Mas se queriam que tudo melhorasse por que mataram Jesus depois? 


Personagem A: Ué! É como a catequista já explicou. Tinha que se cumprir o plano de salvação de Deus para nós! 

Catequista: Exatamente! E também para que se cumprisse o que diziam na palavra, onde falava que O rei viria montado em jumentinho. As pessoas esperavam pelo Messias, o enviado de Deus para libertá-las. 


Personagem A: O mais importante é proclamar que Jesus é o nosso Rei e reconhecer tudo o que Ele fez por nós! 


Catequista: Eu sei que é muito difícil entender. Jesus sofreu muito e foi condenado à morte de cruz para nossa salvação. Ele aceitou morrer para nos libertar de nossos pecados! Foi por amor à cada um de nós. E depois Jesus venceu a morte e ressuscitou, venceu a morte e nos deu esperança de uma nova vida nova!

Personagem B: Tudo bem então! Vou me animar! E dizer junto com todos: Bendito o que vem em nome do Senhor! 


Catequista: Isso mesmo! Somos o povo que espera o salvador e libertador que é Jesus! Vamos crianças, com muita alegria aclamar Jesus nosso rei e Salvador! E assim como os discípulos que foram buscar o jumentinho, sempre obedecer o que Jesus nos pede! 


Personagem A: Uau! Podemos dizer que também somos discípulos de Jesus catequista? 


Catequista: Claro que sim! Todos nós somos chamados à ser discípulos e caminhar com Jesus! Precisamos pedir que o Espírito Santo nos ajude a ficar grudadinhos em Jesus em todos os momentos. Ficar ao lado Dele quando, sentado em um jumentinho, entrou em Jerusalém, quando carregou, até o calvário, uma cruz pesada por cada um de nós e quando ressuscitou e nos garantiu o Paraíso! Amém!

Sugestão de Música

Hosana-Hei


Porque Me Amou Tanto Assim?

Ideia para trabalhar esse Evangelho
Este é um domingo muito importante em que precisamos preparar às crianças para tudo que ela irão viver nesta Semana Santa. 

A sugestão é viver com as crianças todos os momentos importantes que marcam a semana mais importante para nós!

# Domingo de Ramos
Resultado de imagem para DESENHO DOMINGO DE RAMOS PARA PINTARMaterial para a dinâmica: Ramos, Palmeiras, galhos, fitas.
Vamos juntos preparar os ramos e palmas para aclamar nosso Rei Jesus?
Confeccionar com as crianças arranjos com os ramos e montar com elas um tapete por onde Jesus deverá passar.
O tapete pode ser montado com TNT, EVA e enfeitado com desenhos feitos ou coloridos pelas crianças que mostrem Jesus como nosso Rei.
Em seguida podemos caminhar por este tapete, levando à frente a imagem de Jesus.

Ou pode ser dado uma volta em torno da Igreja.

#Ultima ceia e Lava-Pés

Resultado de imagem para ultima ceia de jesus para colorirSe for possível, em uma outra sala, colocar uma cortina bem grande dividindo a sala em 2 ambientes. Entrando com as crianças, pergunte se elas querem participar da ceia, da janta que Jesus preparou para os discípulos.
Ao passar a cortina, do outro lado estará preparado a ceia com um Pão Italiano e Suco de Uva.
Resultado de imagem para Jesus Lava pés para colorir



Após todos comerem repetindo os gestos de Jesus, então começar a lavar os pés das crianças ensinando que foi isso que Jesus fez para nos mostrar que viemos para servir!









#Paixão do Senhor
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Oração

Jesus, nosso amigo, salvador e nosso Rei, mantenha em meu coração a alegria de te receber como Rei e a certeza do seu amor infinito por nós!
Que nos possamos sempre te acolher com amor e festa em nossas casas e em nossas vidas!
Nos ensina a te amar e a ser gratos à ti todos os dias! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas.

 Amém!

Resultado de imagem para desenho ótima semana santa




A TURMINHA DO CANTINHO DOS ANJOS DESEJA A TODOS UMA ABENÇOADA SEMANA SANTA A TODOS!!

4 comentários:

  1. Puxa como vocês fazem um trabalho bem feito. Sou catequista e comecei esse ano, estou amando as publicações e daqui sempre tiro muitas coisas para o meu encontro. Abraços

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    1. Muito obrigada pelo carinho!!! Mensagens como a sua fortalecem muito a nossa missão!!
      Que Deus continue te conduzindo nessa linda missão de Evangelizar os pequenos e os preparar para o encontro pessoal com Jesus na Eucaristia!!
      Abraço Fraterno,
      Turminha do Cantinho dos Anjos

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  2. Muito legal essa encenação para as crianças entenderem a semana Santa. Parabéns mais uma vez pela dedicação. Esse material tem ajudado a muitos catequistas. Sou Alexsandra de Jacareí

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    1. Obrigada mesmo pelo carinho do seu comentário!!!
      É muito bom saber que estamos ajudando pessoas a evangelizar os pequeninos do Senhor!!
      Que Deus lhe dê todo o necessário para continuar preparando os pequenos para encontrar Jesus na Eucaristia!!
      Abraço Fraterno,
      Turminha do Cantinho dos Anjos

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