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Somos um Ministério de Evangelização de Crianças da Diocese de São José dos Campos desde 1999. Utilizamos como recurso de evangelização o teatro. Também organizamos formações para evangelizadores e catequistas. Estamos sempre a disposição! Precisando é só mandar um mail para cantinhodanjos@gmail.com Vamos levar nossas crianças para Jesus!!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Evangelho de Mateus 22,1-14

Missa de 15 de Outubro de 2017

 
28º DOMINGO DO TEMPO COMUM
MÊS MISSIONÁRIO

Leituras
Primeira Leitura  Is 25, 6-10a
Salmo Sl 22/23
Segunda Leitura  Fl 4,12-14.19-20
Evangelho Mt 22,1-14


Mensagem Principal

Neste terceiro domingo do Mês das Missões, a liturgia nos alerta para a inclusão de todos no banquete do Reino. Somos motivados a sair pelas ruas e encruzilhadas e convidar todos os que forem encontrados. Este é o espírito da Igreja em saída que vive e anuncia a alegria do Evangelho sem fronteiras. A Eucaristia que celebramos abraça a todos e antecipa a festa do Reino.
Fonte: Folheto Nova Aliança 


Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:

Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!
A primeira parábola é a parábola dos convidados para o “banquete” (vers. 1-10). Apresenta-nos um rei que organizou um banquete para celebrar o casamento do seu filho. Convidou várias pessoas, mas os convidados recusaram-se a participar no “banquete”, apresentando muitas desculpas.
Mateus chega a dizer (um dado que não aparece no relato de Lucas) que teriam até assassinado os emissários do rei… Trata-se de um quadro gravíssimo: recusar o convite era uma ofensa inqualificável; mas, como se isso não bastasse, esses convidados indignos manifestaram um desprezo inconcebível pelo rei, matando os seus servos. O rei enviou então as suas tropas que castigaram os assassinos (vers. 7. Esta referência não aparece no relato de Lucas… É uma provável interpretação da destruição de Jerusalém pelos exércitos romanos de Tito, no ano 70. Isso significa que a versão que Mateus nos dá da parábola é posterior a essa data).
O rei resolveu, apesar de tudo, manter a festa e mandou que fossem trazidos para o “banquete” todos aqueles fossem encontrados nas “encruzilhadas dos caminhos”. E esses desclassificados, esse “povo da terra”, que nunca se tinha sentado à mesa de um personagem importante (com tudo o que isso significava em termos de comunhão e de estabelecimento de laços de família e de amizade), celebrou a festa à mesa do rei.
O sentido da parábola é óbvio… Deus é o rei que convidou Israel para o “banquete” do encontro, da comunhão, d
a chegada dos tempos messiânicos (as bodas do “filho”). Os sacerdotes, os escribas, os doutores da Lei recusaram o convite e preferiram continuar agarrados aos seus esquemas, aos seus preconceitos, aos seus sistemas de auto salvação. Então, Deus convidou para o “banquete” do Messias esses pecadores e desclassificados que, na perspectiva da teologia oficial, estavam arredados da comunhão com Deus e do Reino.
Esta parábola explicita bem o cenário em que o próprio Jesus se move… Ele aparece, com frequência, a participar em “banquetes” ao lado de gente duvidosa e desclassificada, ao ponto de os seus inimigos o acusarem de “comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e de pecadores” (Mt 11,19; Lc 7,34). Porque é que Jesus participa nesses “banquetes”, correndo o risco de adquirir uma fama tão desagradável? Porque no Antigo Testamento – como vimos na primeira leitura – os tempos messiânicos são descritos com a imagem de um “banquete” que Deus prepara para todos os povos. Ora, Jesus tem consciência de que, com Ele, esses tempos chegaram; e utiliza o cenário do “banquete” para expressar a realidade do Reino (a mesa da festa, do amor, da comunhão com Deus, para a qual todos os homens e mulheres, sem exceção, são convidados). Para Ele, o sentar-se à mesa com os pecadores é uma forma privilegiada de lhes dizer que Deus os acolhe com amor e que quer estabelecer com eles relações de comunhão e de familiaridade, sem excluir ninguém do seu convívio ou da sua comunidade.
Os líderes de Israel, no entanto, sempre reprovaram a Jesus esse contato com os pecadores e os desclassificados… Para eles, os publicanos e as prostitutas, por exemplo, estavam definitivamente arredadas da comunidade da salvação. Sentá-los à mesa do “banquete” do Reino é algo de inaudito e que os líderes de Israel acham absolutamente inapropriado.
É muito provável que, originalmente, a parábola tivesse servido a Jesus para responder àqueles que o acusavam de ter convidado para o “banquete” do Reino todo o tipo de desclassificados e de pecadores. Jesus deixa claro que, na perspectiva de Deus, a questão não é se tal ou tal pessoa tem o direito de se sentar à mesa do Reino; mas a questão essencial é se se aceita ou não se aceita o convite de Deus. Na verdade, os líderes de Israel recusaram o desafio de Deus, enquanto que os pecadores e desclassificados o acolheram de braços abertos.
Mais tarde, a comunidade cristã irá fazer uma releitura um pouco diferente da parábola e utilizá-la para explicar porque é que os pagãos acolheram melhor do que os judeus a Boa Nova do Reino.
A segunda parábola é a parábola do convidado que se apresentou na festa sem o traje nupcial (vers. 11-14). O rei que organizou o “banquete” mandou, então, lançá-lo fora da sala onde se realizava a festa.
A parábola constitui uma advertência àqueles que aceitaram o convite de Deus para a festa do Reino, aderiram à proposta de Jesus e receberam o Batismo. Mateus escreve no final do século I (anos 80), quando os cristãos já tinham esquecido o entusiasmo inicial e viviam instalados numa fé pouco exigente. Consideravam que já tinham feito uma opção definitiva e que já tinham assegurado a salvação. Mateus diz-lhes: cuidado, porque não chega entrar na sala do “banquete”; é preciso, além disso, vestir um estilo de vida que ponha em prática os ensinamentos de Jesus. Quem foi batizado e aderiu ao “banquete” do Reino, mas recusou o traje do amor, da partilha, do serviço, da misericórdia, do dom da vida e continua vestido de egoísmo, de arrogância, de orgulho, de injustiça, não pode participar na festa do encontro e da comunhão com Deus. Deus chamou todos os homens e mulheres para participarem no “banquete”; mas só serão admitidos aqueles que responderem ao convite e mudarem completamente a sua vida.


Ideia de roteiro para teatro


(Personagem A entra todo empolgado e olhando dentro de uma cesta de piquenique)

PA: Oba! Acho que já tenho tudo que preciso...

(Personagem B entra com uma sacola de coisas)

PB: Oi todo mundo, Oi PA.

PA: Oi PB e ai trouxe tudo o que combinamos?

PB: É claro que trouxe esta tudinho aqui, olha!

PA: Deixa ver!

(PB começa a tirar as coisas da sacola e mostra para PA) 

PB: Olha só PA, trouxe banana, maçã, bolacha de água e sal, água.

PA: Legal também tenho algumas frutas, bolo e suco pra gente.

PB: Oba! Será super divertido nosso piquenique

PB: Sabe PA, agora tenho uma duvida!

PA: Qual duvida?

PB: Quando você ligou me convidando para o piquenique, você me disse que estaríamos fazendo a vontade de Deus, porque no evangelho de hoje estava pedindo isso.

PA: Sim senhor, isso mesmo!

PB: Mas PA, já fui à missa hoje e prestei bastante atenção no evangelho e nenhum momento fala que devemos fazer um piquenique.

PA: Realmente, no evangelho não fala sobre piquenique, mas fala de um rei que preparou um grande banquete, mas quem não quer participa desse banquete não vai para o Reino dos Céus.

PB: É verdade, eu lembro que muitos se recusaram a ir ao banquete que o rei preparou, mas porque será né?

PA: Porque eu não sei PB, só sei de uma coisa, eu sim quero ir para o Reino de Deus

PB: Eu também quero!

PA: Então PB, por isso tive essa ideia de fazer o piquenique, convencemos um montão de gente a participar e assim já estaremos fazendo nossa parte e com certeza Deus nos aceitara em seu Reino.

PB: Esta bem PA essa parte eu entendi, mas ainda não entendi porque um piquenique e não um banquete, afinal foi um banquete que o rei fez!

PA: Muito simples meu amigo, o dimdim esta curto, minha mesada não da para fazer um banquete, no máximo um piquenique

PB: É verdade a crise ta feia, nem mesada eu tenho mais! peguei as frutas de casa mesmo!

PA: Viu, por isso pensei no piquenique.

PB: Mas será que Deus vai aceitar um piquenique do lugar de um banquete

PA: É claro que vai!

PB: Então ta bom! Vamos começar?

PA: Vamos!!!!

(Começam a estender a toalha para montar o piquenique)
(Catequista entra)

C: Oi crianças tudo bem?

PA e PB: Oi Catequista!

C: Crianças o que estão fazendo aqui com essas coisas? 

PA: Nós vamos fazer um piquenique no lugar de um banquete

C: E para que?

PA: Como para que Catequista? Para Deus nos aceitar no Reino dos Céus, assim como fez o Rei que fez banquete.

C: Mas crianças de onde vocês tiraram isso? Que para entrar no Reino do Céus é preciso fazer um banquete ?

PB: No evangelho ué!

C: Crianças no evangelho diz que “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou um banquete para comemorar o casamento de seu filho.

PA: Sério C, não me lembro dessa parte do casamento

C: Crianças essa história foi mais uma parábola que Jesus contou para explicar um de seus ensinamentos.

PB: Então nos confundimos de novo?

C: Crianças sem problemas, explico tudo pra vocês.

PA: Então C, qual foi o ensinamento que Jesus quis nos passar com essa parábola?

C: A parábola fala do rei que faz um banquete e que alguns convidados se recusam a participar, pois não queriam abrir mão de seus afazeres.

PA: E o que Jesus quer dizer com isso?

C: É como se o Rei fosse próprio Deus, que nos convida para o “banquete” da comunhão com ele. Isso significa que Deus nos convida para viver em comunhão com ele, que nos faz esse convite, porque nos ama e quer ter a todos nós ao seu lado.

PA: Mas se na verdade é Deus que nos convida para este banquete, ou seja, para estar em comunhão com ele, porque algumas pessoas se recusaram a participar do banquete?

C: É exatamente essa mensagem que Jesus quer passar, porque infelizmente, muitos de nós muitas vezes deixamos de estar com Deus, porque não queremos abrir mão das coisas do mundo, preferimos fazer coisas que julgamos mais legais ou divertidas e acabamos deixando Deus de lado.

PB: Nossa C, mas é tão difícil deixar de fazer algo que gostamos

C: PB, sim!  Mas não renunciamos uma coisa boa para fazer uma coisa ruim. Deixamos uma coisa boa para fazer outra coisa boa. Às vezes deixamos nossos brinquedos para participar da missa, vir aqui na catequese, ajudar as pessoas...tudo isso são coisas boas, mas cada uma dessas coisas boas precisa ter seu tempo. Isso é escutar o convite de Deus e colocá-lo em primeiro lugar. 

PA: Afinal, Deus que nos criou e a vida que vivemos, pertence a ele.

C: Isso mesmo PA! Agora vou continuar... Na parábola também fala que o rei, apesar de tudo, mandou que fossem trazidos para o “banquete” todos aqueles fossem encontrados pelo caminho.

PB: Como assim todos? O rei chamou pessoas desconhecidas, pessoas que ele nem sabia se fazia coisas boas ou não!

C: Sim PB, a todos! Jesus quer mostrar que Deus convida a todos nós a festa, do amor, da comunhão e da felicidade eterna, pois todos os homens e mulheres, sem exceção, são convidados a viver em seu reino, Deus não faz diferenças entre seus filhos e ama á todos igualmente.

PA: Catequista, lembrei de uma parte da parábola que diz que o rei manda embora uma pessoa que não foi com a roupa ideal para a festa, como Deus poderia fazer isso?

C: Bem lembrado PA, nessa parte da parábola fala do homem que aceitou ir ao banquete, mas não quis cumprir a regra de usar roupas apropriadas para festa, o que Jesus quer nos dizer é que o convite de Deus é para todos, mas tudo depende das nossas atitudes, pois só serão aceitos a viver em comunhão com Deus aqueles que realmente mudarem de vida tendo atitudes de amor, de partilha e humildade.

PA: Então não adianta só aceitar?

C: Não basta só aceitar ao convite de Deus, é preciso por em prática os ensinamentos de Jesus. Quem aceita o convite para viver em comunhão com Deus, mas continua sendo egoísta com o amiguinho, sendo arrogante com os irmãos, sendo orgulhoso, e praticando injustiças, não poderá participar na festa da comunhão com Deus.

PA: Ah agora entendi!

PB: Sabe catequista, aceitar ao convite de Deus a viver em comunhão com ele eu já aceitei, mas confesso que preciso melhorar algumas atitudes minhas.

C: Que bom que você tem essa consciência de que precisa melhorar, então é só procurar colocar em pratica, sempre se lembrando dos ensinamentos de Jesus.
Então para começar vamos fazer uma linda oração?

PA e PB: Vamos!



Sugestão de Música



Ideia para trabalhar esse Evangelho

1° Parte



Brincadeira: Eu serei escolhido?



Material: Um lenço, ou um pano que de para cobrir os olhos da criança

Formação: De mãos dadas as crianças formam um círculo.

No interior deste permanecerá um jogador com os olhos vendados.



Desenvolvimento: O círculo começa a girar.

Quando o jogador do centro bater o pé no chão o círculo para de girar.

 A criança do centro aponta para um jogador e este dirá:

“EU SEREI UM ESCOLHIDO DO SENHOR?”.

O do centro terá que o reconhecer pela voz, dizendo o seu nome, desta maneira: FULANO (dizer o nome se ele reconhecer a voz) VOCÊ COM CERTEZA SERÁ UM ESCOLHIDO DO SENHOR.

Caso erre, continuará no centro. Acertando, o que foi apontado ocupará o centro e o outro o substituirá na roda, do contrário, o jogo prosseguirá até que o do centro, fazendo novamente parar o círculo mencionar acertadamente o nome do escolhido do senhor.

Finalize depois que todas ou a grande maioria de crianças sejam reconhecidas, para que todos sejam os ESCOLHIDOS DO SENHOR.


2° Parte

Confeccionar Convites 

Depois entregar alguns convites para cada criança. Eles deverão preencher o convite e entregar para alguns amiguinhos durante a semana. Incentive-os dizendo que agora que já aceitaram ao convite de Deus e já estão tentando melhorar suas atitudes, chegou a hora de ajudar a Deus nessa linda missão de convidar a todos.


Oração

Pai amado, o senhor me convida a participar das alegrias do teu Reino.
Aceito de todo coração o teu convite e prometo que vou melhorar minhas atitudes porque sei que muitos são chamados, porém poucos são os escolhidos.
Amém